Cidade das Cinzas - Os Instrumentos Mortais #02 - Cassandra Clare


Quando eu li Cidade dos Ossos em pleno carnaval, eu não conseguia largar o livro, mesmo em época de festas. Ficava lendo antes de dormir e toda hora que vagava um tempinho. Meus amigos, que estavam aqui em casa passando o carnaval, ficavam falando de como eu gostava do livro, e foi uma pura verdade. Eu amei. Quem leu a minha resenha sabe que eu achei o livro um espetáculo e quem não leu e quiser ler é só clicar AQUI!
Apesar de inúmeras pessoas falarem que essa série tem algo a ver com Harry Potter e que é uma cópia, etc., eu não acho. Não consigo ver semelhanças assim tão brutais que possam me fazer achar o livro uma cópia.
Bom, quem ainda não leu Cidade dos Ossos essa resenha vai conter spoiler do primeiro livro, mas eu vou tentar não colocar muitos, como por exemplo, não vou falar do final que me irritou, pois sei que tem pessoas que podem querer ler essa resenha e depois decidirem a dar uma chance ao livro e por isso prefiro deixar o final guardado apenas para quem leu.
Em Cidade das Cinzas continuamos vendo a saga de Clary que não sabe o que fazer com o seu amor impossível, a vemos sofrendo simplesmente por pensar nesse amor, mas não conseguindo parar de sentir ele. Vemos Jace também nesse mesmo barco, amando Clary mas do que ele queria, mesmo achando que o seu coração não tinha espaço para o amor, surge Clare que faz com que seu coração bata novamente.  Essa história de amor proibido ainda está no ar nesse livro e nos faz ficar com pena deles e até sentir raiva da autora por dificultar tantos as coisas. Hehehhe
Em Cidade dos Ossos vemos que Jace escolhe não ir com o seu pai, Valentim, pois não acredita nos seus ideais. Mas a sua escolha é meio duvidosa para os membros da Clave, que acham que ele pode ser um espião do pai e por isso o rejeitam fazendo com que ele tenha cada vez mais atitudes de bad boy para irritar a todos.
 Com o desaparecimento do segundo Instrumentos Mortais a Inquisidora (membro muito importante da Clave. Ela pode definir o destino de um caçador das sombras) fica achando que certamente foi Jace a mando do pai e parece odiar cada vez mais ele, mesmo que esse diga que não tem nada a ver com tudo isso.
Agora Jace está com a inquisidora no seu pé e mesmo assim tenta ajudar junto com os seus amigos a desvendar os mistérios que cercam eles, já que alguém está matando jovens do submundo e drenando seu sangue fazendo parecer culpa dos vampiros, mesmo que esses garantam que a culpa não é deles. Vemos também Jace descobrindo até mesmo poderes que nem ele imaginou ter assim como Clary, que tem um dom que ela nunca imaginou que pudesse ter.
Vemos Alec e Isabelle estando juntos de Jace incondicionalmente, assim como Simon estando junto de Clary. Eles se metem em grandes confusões mas juntos fazem o livro se tornar maravilhoso como ele é.
Não posso esquecer também de citar Luke, que é sempre um fofo e age como se fosse o verdadeiro pai de sangue de Clary, apesar de ser apenas o pai de consideração, ele está sempre lá em tudo que ela precisa, arriscando a sua própria vida para salvar a dela.  Fora que ele também sempre está preocupado com a mãe de Clary que ainda está no hospital, a visitando-a constantemente, e ele ainda abrigou a protagonista em sua casa.
A sequência de acontecimentos do livro é realmente de nos deixar vidrados, sem conseguir tirar o olho nem por um segundo, até que possamos descobrir tudo que acontece. Eu realmente amei como Cassandra Clare desenvolveu a história e fiquei feliz com vários acontecimentos, assim como brava com outros. Quando um livro nos desperta várias emoções como essas não tem como não se apaixonar. Além do mais Jace está bem mais fofo nesse livro, pelo menos no meu ponto de vista, o que nos faz suspirar ainda mais pelo seu jeito Bad Boy e fofo ao mesmo tempo.
Não achei nenhum ponto negativo nessa história para citar, como o final do primeiro que eu não gostei. A única coisa de chato foi que ainda não desvendou o que eu quero saber, mas como esse livro faz parte de uma série, já era de se imaginar que iria ficar para os próximos uma coisa tão importante como o relacionamento de Clary e Jace.
A capa do livro é perfeita e eu fico muito feliz por a Galera ter mantido as capas iguais às dos livros originais. O brilho dá um charme a mais na capa, que realmente é maravilhosa.
Super recomendo esse livro a todos, e quem ainda não leu, leia. Pois você vai acabar se apaixonando por essa série assim como eu.
A Galera Record acabou de lançar a continuação, Cidade de Vidro, então quem ainda não leu se apresse pois o próximo livro já está ai.
E como muitos já devem saber, os direitos do livro para adaptação nos cinemas já foi vendido. Então vamos aguardar para um filme tão bom quanto os livros.
Avaliação



Promoção Nascida à Meia- Noite



Oii gente! Como estão?
Hoje trago a vocês uma promoção de um livro muito desejado pelos leitores: Nascida à Meia-Noite. Quem leu minha resenha já sabe que eu simplesmente AMEI esse livro, e que ele tem de tudo para fazer você se apaixonar também.
Quer ver como participar? 



Cante para eu dormir - Angela Morrison


“Cante para eu dormir” começa contando a história da adolescente Beth, que sofre bulling na escola devido a sua aparência nada convencional para jovens, conseguindo com isso o apelido de “Fera”. Ela mesma não reage e se coloca do jeito que os outros a veem, sem ao menos tentar mudar. Isso acaba nos deixando bem tristes querendo fazer alguma coisa para ajudá-la.  Pelo menos é o que aconteceu comigo, eu queria muito poder ajudá-la, mesmo se tratando de apenas uma personagem.
Porém, mesmo ela sendo a Fera possuía uma voz muito bonita, uma voz de Bela. Qualquer música que cantava fazia com grande maestria. Beth, com a sua linda voz, participava de um coral de cantoras da juventude Bem-Aventurada de Ann Arbor, e mesmo se sentindo rejeitada na escola tinha um amigo que sempre esteve presente em sua vida, Scott.
Ele tinha por ela um carinho especial que com os anos foi se intensificando, essa ligação foi se tornando mais forte, ele sempre dando dicas que não queria ela só como amiga e ela não acreditando muito nisso. Fiquei encantada com o carinho de Scott, ele é realmente muito fofo e sempre está ajudando a protagonista.
Beth então procurou se aprofundar no coral, e com isso foi chamada para ser solista. E, junto do grupo consegue uma vaga para as Olimpíadas de coros em Luziana na Suíça. Porém não era apenas a voz que fazia parte do coral, como solista ela deveria mudar radicalmente o visual.
Com a ajuda da ex-solista Meadow e sua mãe (a jovem gostou que foi substituída) ocorreu a transformação. De Fera, virou Bela, não só na aparência como nas roupas e tudo mais. Foi gratificante vermos a menina que passava por bulling no colégio se transformar e virar uma pessoa mais bonita. Não que para mim a aparência seja uma coisa tão importante, já que o que conta mesmo é o que está dentro o nosso interior, mas como a gente vê o sofrimento da protagonista por esse motivo ficamos muito felizes em ver sua transformação, porém, apesar disso tudo, ela ainda se sentia rejeitada.
Na viagem à Suíça conheceu Derek, jovem, bonito, talentoso e solista de um dos melhores corais da Olimpíada. Ele se apaixona por ela e vice-versa. Vivem momentos lindos juntos, que é difícil para um casal de jovens esquecerem, só que ele tem um segredo que nem ela desconfia.
Quando retorna à sua casa, Scott conta a verdade do seu amor por ela, mas ela diz que já namora e que é feliz com ele.
Muitas coisas acontecem que nos faz ficar intrigadas para saber o que realmente estava acontecendo. Sempre Derek sumia, sempre fazia acreditar tantas coisas e depois retornava como se nada houvesse acontecido e ela ficava cada vez mais próxima a ele. Nessas idas e vindas o desenrolar da história vai nos revelar o porquê de tudo isso ocorrer.
A história é muito bonita, tem um fundo musical de alcance sonoro que chega ao lugar mais profundo de nosso ser. Mostra a trajetória de jovens que procuram um espaço na vida, para que ela passe com muita emoção. Coisas fortes acontecem no livro até o fim.
Se você tiver um lenço de papel próximo a você, irá precisar, pois as românticas, como eu, precisam. O livro tem uma história muito bonita, de encantar qualquer um. Eu particularmente amei esse livro e acho que a mensagem que ele passa aos leitores é realmente linda.
É uma linda história de amor e superação, fiquei encantada e por isso recomendo, recomendo e recomendo. O amor é sempre lindo e deveria estar presente em todos os corações.
Sobre a capa, ela é bem parecida com a original e bem bonita. Eu particularmente amei. A Editora Pandorga está arrasando trazendo cada vez mais títulos bons para nós leitores brasileiros.
Avaliação



Resultado Promo “Eu amo o House of Chick e as Editoras nacionais”



Oi gente! Tudo bem? Hoje venho com o resultado da maravilhosa promoção “Eu amo o House of Chick e as Editoras nacionais”, que aconteceu no House of Chick em parceria com as editoras Nacionais em comemoração ao aniversário de 1 ano do blog. Foram 21.996 entradas divididas em todos os kits, que premiaram 19 ganhadores de uma só vez.
Espero que todos gostem do resultado, mas quem não ganhou, não desanima, pois muitas outras promoções estão para entrar no ar e esperamos premiar todo mundo!
Obrigada a todos que participaram pelo carinho e pela consideração de vocês em sempre fazer do House of Chick um blog melhor.
Agora chega de falar e vamos aos ganhadores!


Qual seu número? - Karyn Bosnak


10,5. Essa é a média de homens com quem uma mulher de 30 anos já foi para a cama de acordo com uma pesquisa publicada em um jornal. Mas Delilah já tem quase o dobro desse número no seu histórico: ela já dormiu com 19 homens. Desespero é o que ela sentiu quando descobriu esses dados, então resolveu que o 20º homem com quem ela se deitaria seria “O cara”. Até que uma coisa acontece e ela desperdiça seu número 20 com a pior pessoa que poderia esperar [não posso contar, leiam para saber quem é!].
E agora, o que Delilah poderia fazer? É aí que ela tem a brilhante – e louca – ideia de procurar o homem certo entre os 19 anteriores, assim não passa do seu número 20. Mas para isso ela precisa viajar pelo país à procura de todos eles para ver o que acontece e descobrir quem é o homem da sua vida, e assim reconquistá-lo.
Para início de conversa, uma protagonista que mal começa a contar a história da sua vida se apresentando da maneira a seguir, você já percebe que menos do que hilário esse livro não pode ser.

“Meu nome é Delilah Darling. Tenho 29 anos. Sou solteira, e, bem... sou uma mulher fácil. Pronto, falei. Sou fácil. Sou mesmo. Agora você já sabe.”

Quando eu leio um livro, geralmente demoro alguns dias antes de fazer a resenha. Não sei se para me situar melhor na história, ou refletir sobre cada sentimento que tive ao lê-la para enfim transmitir tudo a vocês. Mas nesse caso sinto algo diferente, sinto que preciso colocar no “papel” (acho que seria melhor utilizar a palavra “computador”, mas, velhos hábitos...) agora tudo o que estou sentindo, apenas alguns segundos depois de ler a última palavra de “Qual seu número?”.
Dentre tantas qualidades que poderiam ser utilizadas para defini-lo, acho que a que se sobressai um pouco mais do que as demais é diversão. O livro é divertido da primeira até a última folha. E como um bom Chick-Lit, o final é maravilhoso. E eu, uma boa amante de histórias com finais fofos e felizes como sou, não preciso nem comentar que simplesmente AMEI, e ainda estou sorrindo lembrando das últimas páginas, e – por que não – do livro inteiro.
Delilah é uma mulher independente e super engraçada! Me diverti horrores lendo cada situação pela qual ela passou. Sério, teve vezes em que eu ficava imaginando que algo aconteceria de um jeito, e de repente uma situação ou frase bizarra e/ou cômica acontecia para me levar às gargalhadas de uma forma tão rápida quanto piscar.
O casal principal é super fofo, nada de meloso e qualquer coisa do tipo. Apenas um tipo normal e apaixonante, como qualquer história de amor usual poderia ser. Colin não é o mocinho estilo príncipe encantado que vemos em alguns livros e que sabemos que quase não existe por aí, ele é um homem com defeitos e qualidades, que me fez suspirar em toda e qualquer página em que “aparecia”, mas que também é real [ou quase, já que não passa de um personagem].
Gostei da maneira que os ex de Delilah eram apresentados ao leitor. Essa apresentação antecedia os encontros trazendo um breve relato de como foi o caso de “amor” entre nossa protagonista e o ex da vez, de uma maneira sutil que nos envolvia sem ser chata e cansativa, e ajudou a nos sintonizar com o personagem para não ficar “jogado” ou sem explicações cabíveis.  
"É engraçado perceber a velocidade com que coisas podem mudar. Sentimentos, não importa o quão sejam intensos, podem ser efêmeros."
Karyn Bosnak tem criatividade de sobra, já que mesmo com 414 páginas a história não fica sem graça nem monótona por nenhum momento. Não tem aquele ponto que queremos pular, não tem uma coisa que Delilah faça que dê vontade de bater nela por ser tão estúpida, porque ela não é [tá que algumas vezes ela fez umas loucuras, mas relevem, foram engraçadas!]. Tudo acontece rapidamente, mas ao mesmo tempo com uma riqueza de detalhes confortante.
Tem um diálogo maravilhoso de Delilah com seu avô entre as páginas 389 e 391 que vale a pena ser conferido. Como eu não posso transcrevê-lo aqui, selecionei dois quotes que gostei bastante pra vocês lerem, mas claro que fica muito melhor no contexto – do livro ou da nossa vida – então se tiverem a oportunidade, deem uma lida.
“Tudo o que você faz na vida, seja bom ou ruim, faz de você quem você é. Não fique remoendo suas decisões, dizendo “talvez”. Você não pode mudá-las.”
“Se você tiver que se lembrar de algo em relação ao seu passado, procure pensar nos pontos bons. Afinal, não há nada que você possa fazer para mudá-lo.”
Quando estava no fim da leitura, fui dar uma olhada no trailer do filme mais uma vez [eu li antes de ver o filme, que ainda não assisti até agora], e, como já era de se esperar, não tem nada a ver com o livro. Nada! Ao menos pelo que vi no trailer. Como ela decide ir atrás dos ex, como é seu encontro com eles, até a roupa que ela usa para ir ao casamento de sua irmã não tem nada a ver. Pior, até o nome dela foi modificado. Não estou dizendo que não quero ver o filme e nem nada do tipo, porque eu também amei o trailer e tenho certeza de que vou amar o filme [se seguir a essência mostrada no trailer, sim], mas vou passar a olhá-lo com outros olhos, sem comparar um ao outro, se não infelizmente não vou gostar do filme, e quero gostar [surgiu até um certo arrependimento de não ter assistido antes de ler, mas enfim].
Só não entendo porque os estúdios adoram modificar tanto os livros quando eles são adaptados aos cinemas, porque dava para pegar tudo [claro que com modificações básicas e acréscimo de algumas situações e exclusão de outras, afinal são mídias totalmente diferentes] e transformar em um belo roteiro bem mais baseado no livro do que realmente se tornou, sem perder sua essência. Só espero que o final seja mais parecido com o final do livro, já que me apaixonei completamente [que romântica inveterada, assim como eu – sim, sou dessas –, nunca sonhou vivenciar uma cena parecida?], mas algo no trailer me faz acreditar que até isso, infelizmente, foi modificado. Espero que pelo menos algo aos pés da cena original tenha sido criada no filme. Mas depois que assistir, eu falo a vocês o que achei.
A única coisa que realmente gostei do filme foram as escolhas de Anna Faris e Chris superhipermegagostosão Evans para os papeis de Delilah e Colin. Mesmo que não sejam exatamente parecidos fisicamente com eles nos livros, a maneira de ser de ambos tem a “cara” dos atores. Não conseguiria imaginar outros fazendo esses papéis e lendo só conseguia imaginá-los vivendo cada experiência.
Só acho a capa bem sem graça. Sei que é o pôster do filme e tudo mais, mas sei lá. A única coisa ótima ali é o Chris maravilhosoetudodebom Evans. Mas a Novo Conceito realmente arrasou na diagramação, adorei os detalhes com a lista e os telefonemas em cada início de capítulo, além de serem fofos visualmente falando. E adorei a fonte utilizada nos títulos de cada capítulo e os nomes de cada um deles.
Tão bom ler um livro que a gente goste, se identifique. A leitura flui de uma maneira tão leve e gostosa que quando finalmente percebemos, já acabamos de ler.
Se você gosta de um bom Chick-Lit, com pitadas cômicas e personagens envolventes, e claro, um casal super adorável com um final digno de “Owwn, eu quero isso para mim!”, não pode deixar de ler “Qual seu número?”. Porque sei que vai entrar para a lista de favoritos, assim como entrou para a minha. Inclusive considero-o como um dos melhores Chick-Lits que já li em toda a minha vida, e quem gosta do estilo, tenho certeza de que vai concordar comigo nesse quesito.


É época de celebrar! Uma promoção bem legal que foi a primeira chegar.
Avaliação





Mini Becky Bloom - Becky Bloom #06 - Sophie Kinsella


Desde que eu li o primeiro volume de Becky Bloom (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) pela primeira vez, eu me apaixonei pela série e pela autora de uma forma que fiquei contando as horas para poder ler o próximo. E lembro que assim que eu terminei de ler, fui correndo na Saraiva comprar os que faltavam, pois eu não conseguia esperar.
Esse livro é realmente envolvente, e apresenta uma forma cômica que prende você do início ao fim, não tem como não se divertir com as trapalhadas de Becky, ou ficar falando “Não faz isso!” para ela em determinadas horas, e muito menos não dá pra não ficar com pena quando algo sai errado. Eu sinto todas essas emoções quando estou lendo a série e por isso super recomendo ela para todo mundo. Quem ainda não leu, leia, pois vai se apaixonar. 
Eu comecei essa resenha falando um pouco sobre como eu amei a série e tal, pois como ela nunca tinha sido resenhada aqui no blog (falha minha,mas é que eu li os livros há tanto tempo que fiquei com medo de fazer resenha e sem querer acabar dando spoiler ou podendo confundir a ordem dos acontecimentos de algum livro e tal). Como esse (Mini Becky Bloom) é sexto volume da série, essa resenha vai acabar tendo alguns spoilers dos outros livros, e por isso se você ainda não leu nenhum dos livros é melhor acabar de ler por aqui ou pode acabar descobrindo algumas coisas... hehehe A menos que não se importe com spoilers e queria continuar lendo.
Bom, nesse livro conhecemos a Minnie, filha da Becky com o Luke que já tem dois anos de idade e apronta todas nos divertindo muito. Ela é uma menina muito inteligente e também bem levada, e bem  mimada também, e com isso acaba metendo a Becky em grandes confusões.
Morando ainda na casa dos pais, e com o Luke ainda sempre muito ligado no trabalho, passamos o livro vendo as trapalhadas da nossa protagonista que a gente tanto ama, e reconhecemos algumas de suas habilidades na Minnie. Ela acaba agarrando as coisas que quer e gritando meuuuu, fazendo com que seja expulsa de alguns lugares, além disso a Becky não consegue dizer não, então cria um jeito simples e fácil de resolver as coisas, ela começa a dar uma mesada para sua filha de dois anos. Só que como sua mesada é bem pequena,ela faz uns adiantamentos de alguns meses ou ate mesmo anos para a sua filha para poder comprar tudo somente com a mesada.
Tudo está perfeito na vida de Becky até que uma grande crise financeira faz com que todo mundo comece a economizar, inclusive ela, que faz um acordo com seu marido para gastar menos.
Porém é nesse tempo de vacas magras, mesmo nessa época de economias, Becky resolve dar uma festa de aniversário para Luke, já que ele não comemora essa data há muito tempo.
Com a crise e pouca grana, ela encontra um jeito de manter as vendas da loja onde trabalha, criando um atendimento personalizado bem do jeitinho dela e tenta fazer o que todos acham que vai ser impossível, uma festa surpresa perfeita.
Becky não é muito boa em inventar histórias para despistar o Luke e isso faz com que a gente caia literalmente na gargalhada com as suas explicações. E nesse meio tempo onde ela paga diversos micos, trabalha na loja e na festa ela ainda tem que cuidar da filha, já sabe pedir taxis sozinha e se meter em confusões que nem a mãe.
Mais uma vez eu super recomendo esse livro. Quem gosta de Chick-Lit, não pode deixar de lê-lo. É uma leitura muito gostosa, que nos faz ficar viciadas em saber o que vai acontecer. E acrescenta muitas risadas no nosso dia, com certeza.
Sobre a capa eu simplesmente amei. Achei uma fofura e para mim é a mais bonita de toda a série.
Sophie Kinsella, como sempre, mostra que a Becky ainda pode nos divertir muito, e espero eu que ainda venha muitos e muitos livros sobre suas trapalhadas pela frente. 


Intensidade é o que eu vivo enquanto lutas eu assisto. Se a aposta ele ganhar, com ele vou morar.
Avaliação



Resultado Promoções

Oi gente, tudo bem? Hoje trago para vocês o resultado das seguintes promoções:
Promoção Relâmpago #HalloweendaGalera

Promoção Seus comentários Valem prêmios

Obrigada a todos que participaram das duas promoções.

Aos ganhadores dos convites vejo vocês na festa!

E obrigada a todos os comentários deixados por cada um de vocês. São eles que motivam a gente a continuar, sempre lemos todos com muito carinho e temos uma grande felicidade em tê-los como leitores.

Vamos aos ganhadores?!


Paixão, drogas e Rock n' roll - Daniela Niziotek


''Brian Blue é vocalista e líder de uma das maiores bandas de hard rock do início dos anos 90 e Vicky, uma adolescente brasileira. Desse encontro improvável, nasce uma história de amor com todos os ingredientes dos tempos modernos. Com rara sensibilidade, Daniela Niziotek envolve o leitor ao abordar as dificuldades e concessões enfrentadas para a c
oncretização dessa relação quando um fato trágico se interpõe, mudando para sempre a vida dos personagens. De modo delicado e comovente, mas com aguda percepção, Daniela fala das belezas e dores humanas, trazendo à tona, em meio a uma torrente de sentimentos, os bastidores do mundo do rock. Um mundo de muito glamour, mas também de desencanto e impossibilidades extremas. Brian e Vicky vivem e sofrem os dilemas do amor e da paixão, da insensatez e da lucidez, da luta para fazer prevalecer a razão em um universo cheio de contradições. Dessa mistura de emoções, nasce uma trama muito bem urdida que nos faz pensar sobre a essência do amor e suas nuances mais caprichosas e imprevisíveis.''

Forte. Impactante. Realista. Esmagador.

Rock n' roll extremado com um tempero aguçado de uma paixão doentia e enlouquecedora, e uma cobertura de violência e insanidad
e poderosas são os principais ingredientes dessa, definitivamente penetrante, maratona de sentimentos que 'Paixão, drogas e rock n' roll' certamente é.

Quando Vicky, uma paulista, estudante de Filosofia, conhece Brian Blue - o famoso vocalista da banda de rock internacionalmente conhecida Fears, da qual ela estranhamente nunca ouvira falar até então, o encontro não é marcado por palavras carinhosas ou trocas de olhares românticos, mas por insultos e grosserias e a promessa de que um não cruzaria mais o caminho do outro. O mais inusitado, porém, é quando a mão do destino resolve intervir no caminho dos dois. Então ulálá... Sai de baixo!

Quando mergulhei na história, na mesma hora pensei comigo mesma e afirmei: "Vicky está vivendo o sonho da maioria das garotas de sua idade. Sério. Quero dizer, qual adolescente nunca sonhou com uma coisa dessas? Um romance com um popstar? Por favor!" Acho que todo mundo já passou por essa fase...

Ele, 100% rock n' roll. Seu perfil arrogante e grosseiro mescla com uma fragilidade perturbadora, inconsciente e afetuosa quando Vicky entra em cena e, quando a coisa toda ganha proporções gigantescas, Brian nos mostra sua outra
face: o cuidado excessivo, a proteção abusiva, o comportamento bipolar e agressivo, a carência compulsiva, a possessividade, os surtos de histeria.

Ela, apenas uma adolescente de 18 anos que é apaixonada por MPB e divide seu apartamento com a amiga estudante de Publicidade.
Não bebe, não usa drogas, nunca namorou sério. Sempre muito na linha. Tudo muito certo.
E é justo nesse momento que uma maratona de eventos se desenrola e eu quis parar de ler e quis bater nela e fiquei com pena e fiquei com raiva e revoltei e resmunguei: ''Que burra! Que raiva! Ah, para! Sai, sai! Não pode ser!''
Quis entrar no livro, quis expungir a tensão aguda e o peso sufocante desse desespero!

Para quem for iniciar a leitura, essa é uma prévia do que está por vir.
Como se faz para entrar de boa vontade nesse universo furiosamente entorpecedor e sair dele sem se corromper?

Apesar de já termos um conceito geral do que a maior parte desse mundo artistico representa, (drogas, álcool, loucura, sexo desenfreado, superficialidade, mentiras, intrigas, inveja, falsidade, desonestidade, interesses, ganância, ganância, dinheiro, dinheiro, dinheiro...) e apesar do caráter irregular, portanto pouco con
fiável de Brian Blue, moldar com firmeza cada ângulo do relacionamento do casal, ainda levei um tempo considerável tentando descobrir, de uma vez por todas, do que realmente se alimentava esse elo tão transtornado.

Seria amor? Sem dúvidas fora forte o suficiente... Mas não. Acho que amor é pacífico demais para essa loucura toda. Não, não acho que tenha sido amor...
Com todo o dano e destruição, uma paixão arrebatadora e doentia daria uma melhor definição. É, isso aí... O título não poderia ter sido mais apropriado.

Caramba, como toda essa adrenalina de sofrimento atinge e suga a gente! E eles se amam e se machucam... E se complementam e se destroem... E necessitam um do outro e sangram mais um pouco...


Me lembrei muito de O Morro dos Ventos Uivantes. Só que, é claro, sobrecarregado de contemporaneidade. E por ser atual surte um efeito ainda mais real, pois você sabe que coisas como essas realmente podem acontecer; não há nada de sobrenatural. É realidade. Intensa e crua realidade.

Li numa entrevista que a autora tinha com muita frequência sonhos com esses personagens e com essa trama. Eles eram tão insistentes e assíduos que ela não pôde fazer outra coisa além de se render e, por fim, escrevê-los no papel. E disse ainda que, apesar da história não só apenas ter sido escrita, mas ter sido também publicada e lida por diversas outras pessoas, esses sonhos permaneceram..

Agora que sei do que a trama se trata, compreendo que não seja nem um pouco difícil essa forte narrativa ser lembrada inúmeras vezes. Difícil é ser esquecida.Tenho certeza de que ainda vou me pegar pensando muito em seus acontecimentos marcantes e personagens vorazes.

Soube também que a música que ela define como tema do casalm é 'Quem de Nós Dois'' da Ana Carolina. Acho essa música linda e, com certeza, é uma ótima definição! Segue um trecho dela:

''Sinto dizer que amo mesmo
Tá ruim pra disfarçar
Entre nós dois
Não cabe mais nenhum segredo
Além do que já combinamos

No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero

A frase fica pelo avesso
Meio na contra mão
E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida''


E o que falar sobre quando eu terminei de lê-lo?

Me senti tão sufocada que paralisei. Sempre fico assim quando não choro quando sinto que deveria ter chorado. Seja lendo um livro, vendo um filme, ou na vida real.

Aí o resultado é esse aperto no peito mesmo, esse peso na garganta, esse nó da cabeça que fica girando e girando com perguntas e mais sensações, e essa necessidade de exteriorizar o que está interiorizado já que - como diz Paulo Coelho - "lágrimas são palavras esperando serem pronunciadas.''


Já faz muitos dias que eu o li, e estou pensando na história até agora. Chego a considerá-lo, um daqueles livros que cravam-se na mente da gente e nos perseguem por um longo tempo.Você esquece, mas volta e meia lembra de novo e de novo. Não tem jeito.

'Paixão, drogas e rock n' roll' bateu fundo. Algumas cenas foram como socos no estômago.
Não quero falar muito mais para que vocês não tenham a impressão certa ou errada, e isso estrague a melodia do enredo. O resultado foi altamente positivo.
Daniela Niziotek é psicóloga e isso só aumentou sua capacidade de saber lidar direitinho com as emoções dos personagens.

Se vocês são do tipo que preferem os chick-lits leves, engraçados e casuais, então talvez 'Paixão, drogas e rock n' roll' não seja.... assim... a melhor opção...

Mas caso estejam preparados para uma narração que parece inocente, mas que na verdade te ataca e é venosa; então vão em frente, eu recomendo!
Desafio vocês a lê-lo sem que percam a sanidade mental. Hahahaha...
Não se preocupem, não é algo tão difícil assim. Afinal, a minha permaneceu.
Bem, hmm... eu acho...


Avaliação:






Anjos Sentinelas #01 - Enviados - Heather Terrell


Em “Anjos Sentinelas” conhecemos Ellie, uma jovem que não consegue trocar mais do que duas palavras com pessoas do sexo masculino até que conhece o charmoso, bonito e popular Michael, um garoto que acaba de ser transferido de outro estado e que automaticamente já é um dos queridinhos e, consequentemente, desejado por várias meninas do colégio. Mas que logo se interessa pela nossa protagonista, que acaba sentindo algo por ele também.
Só que ele conta a ela que ambos já se conheciam – mesmo que Ellie não consiga se lembrar disso de maneira nenhuma – e Michael quer provar que fala a verdade.

Michael também parece saber muitas outras coisas sobre Ellie [coisas essas que nem ela própria sabia até o momento], como o fato de que um sonho recorrente, em que ela voa pela cidade durante a noite, na verdade não é um sonho, é real.
Além do poder de voar eles podem, ao tocar nas pessoas, “reviver” momentos/lembranças delas. E descobrem que ao consumir o sangue da pessoa em questão, essas lembranças ficam ainda mais fortes.

Agora, juntos, eles querem descobrir o que são e precisam entender a verdade sobre suas origens. E quando a resposta vem à tona, eles vão ter que escolher em qual dos lados pretendem se aliar.
Infelizmente é difícil fazer uma resenha negativa de um livro, principalmente quando tínhamos uma certa expectativa com o enredo. Mas preciso dizer o que sinto e nesse caso não foi algo muito agradável.

O livro não é de todo ruim, tem inclusive alguns pouquíssimos pontos bem interessantes, mas infelizmente ficaram nisso, não evoluíram. Acho que a autora poderia ter feito seus argumentos renderem mais, ou ter utilizado suas ideias de uma maneira diferente.
Não estou aqui para julgar o modo como alguém escreve ou o que deveria ser feito para mudar algo em sua história, nem nada do tipo, mas do jeito que a história se desenrolou não conseguiu me convencer em nada, não me animou e eu acabei lendo de um jeito forçado. Foi uma leitura arrastada da primeira até a última folha. É claro que gosto é gosto e pode ter gente que vai simplesmente amar o livro.

Algumas explicações [como a de beber sangue à la vampiros] foram absurdas demais para prender minha atenção, pelo menos em meu ponto de vista, e olha que os livros podem e conseguem viajar para ideias totalmente loucas e inusitadas. Algumas dão certo, outras, como foi nesse caso, não.
A personagem principal, Ellie, passou por algumas situações que foram muito mal desenvolvidas. Queria exemplificar, mas infelizmente não posso [apesar de querer muito compartilhar minha indignação], pois seria spoiler. Também não consegui concordar com várias – se não todas – as ações dela e acho que ela acreditava nas pessoas, inclusive as que acabaram de traí-la, de uma maneira muito rápida. Sua história ficou muito mal resolvida, e as explicações eram chatas, fiquei tentada a pular as páginas várias vezes, mas não fiz isso, queria ler até o final.

Não me interessei pelo casal, inclusive porque Michael é um babaca em algumas partes, então não teve torcida nenhuma para que eles ficassem juntos.
Os esclarecimentos sobre as origens de Ellie e Michael foram, sob meu ponto de vista, apenas curiosos – e nada mais do que isso – já que foi um tanto exaustivo ler essas partes.

Algumas pessoas devem estar se perguntando: Mas se você não gostou mesmo do livro, qual o motivo de ter dado uma casinha [regular] ao invés de uma casinha cortada [péssimo]? Porque teve alguns momentos do livro [poucos, confesso], que eu gostei de alguma coisa que aconteceu, ou que eu pensava: Ah, agora vai melhorar. Fora que eu consegui terminar de ler até o final, então acho que valia uma casinha.
E, apesar de tudo, tenho que parabenizar o trabalho gráfico da editora Rai, gostei bastante da diagramação do livro, dos detalhes em forma de asa no começo de cada capítulo, e da capa, que eles mantiveram igual à original.

Para concluir, não recomendo o livro. Não achei suficientemente bom para indicar a vocês, mas volto a afirmar: gosto é gosto e mesmo que eu não tenha gostado você pode achá-lo interessante. Então ponha sua conta em risco, se gostar da sinopse e tiver vontade de ler, quem sabe você não gosta?

Avaliação 



Resultado - Promoção Dia das Crianças


Gente, hoje trago para vocês o resultado da “Promoção Dia das Crianças” que premiou três ganhadores com livros super legais!
Gostaria antes de agradecer a todos os blogs que realizaram essa promoção com a gente e a todos os leitores que participaram.
 Foram 3875 entradas. Obrigada a todos!
Então vamos aos ganhadores?

 Parabéns Caroline da Silva!
 Parabéns Gabrielle Gomes!

 Parabéns Fabiana Araújo!

Lembrando que o primeiro lugar escolhe 4 livros, dentre os 9, o segundo 3 e o terceiro fica com os dois restantes.